Estudantes sinalizam com alvos em vermelho e branco as crateras nas vias

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Eu recebi essa notícia por e-mail e veio sem o crédito, por isso compartilho sem o mesmo. Compartilho por ser utilidade pública. Vou sugerir que eles criem uma conta para doações e um blog ou uma página no facebook para divulgação. PARABÉNS AOS DOIS!

Estudantes sinalizam com alvos em vermelho e branco as crateras nas vias

Publicação: 26/10/2011 07:39 Atualização: 26/10/2011 08:32

Munidos de pincéis e tinta, os estudantes Natasha e Luan começaram a alertar motoristas em junho (Gustavo Moreno/CB/D.A Press)
Munidos de pincéis e tinta, os estudantes Natasha e Luan começaram a alertar motoristas em junho

A estudante Natasha de Albuq, 19 anos, não consegue calcular o quanto já gastou em oficinas mecânicas. A aluna de Artes Plásticas da Universidade de Brasília (UnB) conta que já teve dois pneus furados, várias calotas perdidas e rodas amassadas, resultado dos inúmeros buracos espalhados pelas vias do Distrito Federal. Cansada dos prejuízos, ela e o amigo Luan Haickel, 20, estudante de engenharia, decidiram sinalizar, com alvos em vermelho e branco, as crateras nas vias do DF.

A ação começou em junho, quando os estudantes pintaram em volta de cinco buracos próximos à UnB. Munidos de bicicletas e um triângulo de sinalização de carro, Natasha e Luan colorem as vias em horários em que o trânsito é menor, geralmente à noite.

Desde então, a dupla já sinalizou outros 21 buracos, a maioria nas imediações da UnB. Os alvos também podem ser vistos no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), na comercial da Quadra 111 Norte, na área residencial da 405 Norte e, mais recentemente, na W3 Sul, no início da L3 Norte e em frente ao Conjunto Nacional. A escolha dos locais é aleatória. “Onde nós passarmos e houver buraco, se tivermos tinta e a chuva deixar, fazemos os alvos”, explica Luan. Segundo os estudantes, a maioria das crateras sinalizadas na Universidade já foram tapadas.

Os custos da ação saem do bolso de Natasha e Luan. De acordo com a estudante, o preço de duas latas — nas cores vermelha e branca — fica em torno de R$ 90. Com elas, é possível pintar cerca de 10 buracos. Para expandir a ação, os estudantes espalharam cartazes com um endereço de e-mail criado para denúncias. “Criamos o e-mail para saber quais os buracos que mais incomodam. Queremos também ver se o pessoal aprova a atitude, porque não deixa de ter uma certa utilidade pública”, diz Luan. “Pretendemos expandir para outras áreas da cidade, mas o que tem atrapalhado são as chuvas”, completa Natasha.

Ruas esburacadas
De acordo com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), 24 equipes — com 120 homens ao todo — atuam nos serviços de tapa-buraco, recapeamento, construção de ramal e limpeza de bocas de lobo no DF.

No período mais crítico da chuva, entre dezembro e janeiro, a Novacap promete 40 equipes nas ruas da capital. Uma licitação para contratação de cinco equipes tapa-buraco itinerantes com caminhões de alta tecnologia já está em andamento. A Novacap se compromete ainda em criar, até o início de novembro, um número de telefone para atender às demandas da população. Enquanto isso, os brasilienses podem continuar usando a central 156.

Para denunciar

Para contatar os estudantes Natasha e Luan e denunciar um buraco a ser sinalizado, o e-mail é acheiumburaco@gmail.com

Como e para que resetar o System Management Controller (SMC) dos portáteis da Apple | MacMagazine

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Depois dizem que Mac é tudo de bom. Estou com saudades do meu PC com Linux.

 

Como e para que resetar o System Management Controller (SMC) dos portáteis da Apple | MacMagazine.

O que é ser pai?

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Recebi o texto abaixo por e-mail, cujo crédito de autoria foi dado a Jose Saramago. Sendo dele ou não, não importa. O importante é o conteúdo que, resumidamente, descreve realmente a paternidade.

“Filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem. Isso mesmo! Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado. Perder? Como? Não é nosso, recordam-se? Foi apenas um empréstimo!”

Veja 2011 – O Melhor de Brasília

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Estamos aqui curtindo a festa de premiação da revista Veja – O Melhor de Brasília. Será que vai rolar mais um?!

Teoria das janelas partidas

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Mais um e-mail interessante que recebi.

Em 1969, na Universidade de Stanford (EUA), o Prof. Phillip Zimbardo realizou uma experiência de psicologia social. Deixou duas viaturas abandonadas na via pública, duas viaturas idênticas, da mesma marca, modelo e até cor. Uma deixou em Bronx, na altura uma zona pobre e conflituosa de Nova York e a outra em Palo Alto, uma zona rica e tranquila da Califórnia.

Duas viaturas idênticas abandonadas, dois bairros com populações muito diferentes e uma equipa de especialistas em psicologia social estudando as condutas das pessoas em cada sítio.

Resultou que a viatura abandonada em Bronx começou a ser vandalizada em poucas horas. Perdeu as rodas, o motor, os espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar, destruíram. Contrariamente, a viatura abandonada em Palo Alto manteve-se intacta.

É comum atribuir à pobreza as causas de delito.

Atribuição em que coincidem as posições ideológicas mais conservadoras, (da direita e esquerda). Contudo, a experiência em questão não terminou aí, quando a viatura abandonada em Bronx já estava desfeita e a de Palo Alto estava há uma semana impecável, os investigadores partiram um vidro do automóvel de Palo Alto.

O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o de Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo ao mesmo estado que o do bairro pobre.

Por que que o vidro partido na viatura abandonada num bairro supostamente seguro, é capaz de disparar todo um processo delituoso?

Não se trata de pobreza. Evidentemente é algo que tem que ver com a psicologia humana e com as relações sociais.

Um vidro partido numa viatura abandonada transmite uma ideia de deterioração, de desinteresse, de despreocupação que vai quebrar os códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras, como que vale tudo. Cada novo ataque que a viatura sofre reafirma e multiplica essa ideia, até que a escalada de atos cada vez piores, se torna incontrolável, desembocando numa violência irracional.

Em experiências posteriores (James Q. Wilson e George Kelling), desenvolveram a ‘Teoria das Janelas Partidas’, a mesma que de um ponto de vista criminalístico, conclui que o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujidade, a desordem e o maltrato são maiores.

Se se parte um vidro de uma janela de um edifício e ninguém o repara, muito rapidamente estarão partidos todos os demais. Se uma comunidade exibe sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se gerará o delito.

Se se cometem ‘pequenas faltas’ (estacionar-se em lugar proibido, exceder o limite de velocidade ou passar-se um semáforo vermelho) e as mesmas não são sancionadas, então começam as faltas maiores e logo delitos cada vez mais graves. Se se permitem atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, o padrão de desenvolvimento será de maior violência quando estas pessoas forem adultas.

Se os parques e outros espaços públicos deteriorados são progressivamente abandonados pela maioria das pessoas (que deixa de sair das suas casas por temor aos gangs), estes mesmos espaços abandonados pelas pessoas são progressivamente ocupados pelos delinquentes.

A Teoria das Janelas Partidas foi aplicada pela primeira vez em meados da década de 80 no metro de Nova York, o qual se havia convertido no ponto mais perigoso da cidade. Começou-se por combater as pequenas transgressões: graffitis deteriorando o lugar, sujeira das estações, ebriedade entre o público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e desordens. Os resultados foram evidentes.. Começando pelo pequeno conseguiu-se fazer do metro um lugar seguro.

Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, prefeito de Nova York, baseado na Teoria das Janelas Partidas e na experiência do metro, impulsionou uma política de ‘Tolerância Zero’.

A estratégia consistia em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à Lei e às normas de convivência urbana. O resultado prático foi uma enorme redução de todos os índices criminais da cidade de Nova York.

A expressão ‘Tolerância Zero’ soa a uma espécie de solução autoritária e repressiva, mas o seu conceito principal é muito mais a prevenção e promoção de condições sociais de segurança. Não se trata de linchar o delinquente, nem da prepotência da polícia, de fato, a respeito dos abusos de autoridade deve também aplicar-se a tolerância zero.

Não é tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao próprio delito. Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da convivência social humana.

Texto baseado no livro “Broken Windows”, de James Q. Wilson e George L. Kelling.

No Brasil, Futebol É Religião

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Não vou comentar sobre o e-mail abaixo porque ele já está mais do que comentado, porém não posso deixar de dizer que a análise foi perfeita. Ah, não verifiquei a veracidade dos fatos ou a autoria, só estou repassando como recebi.

Parece mentira, mas foi verdade. No dia 1°/Abr/2010, o elenco do Santos atual campeão paulista de futebol  foi a uma instituição que abriga trinta e quatro pessoas. O objetivo era distribuir ovos de Páscoa para crianças e adolescentes, a maioria com paralisia cerebral.

Ocorreu que boa parte dos atletas não saiu do ônibus que os levou.

Entre estes, Robinho (26a), Neymar (18a), Ganso (21a), Fábio Costa (32a), Durval (29a), Léo (24a), Marquinhos (28a) e André (19a) todos ídolos super-aguardados.

O motivo teria sido religioso: a instituição era o Lar Espírita Mensageiros da Luz, de Santos-SP, cujo lema é Assistência à Paralisia Cerebral.

Visivelmente constrangido, o técnico Dorival Jr. tentou convencer o grupo a participar da ação de caridade. Posteriormente, o Santos informou que os jogadores não entraram no local simplesmente porque não quiseram.

Dentro da instituição, os outros jogadores participaram da doação dos 600 ovos, entre eles, Felipe (22a), Edu Dracena (29a), Arouca (23a), Pará (24a) e Wesley (22a), que conversaram e brincaram com as crianças.

Eis que o escritor, conferencista e Pastor  ED RENÉ KIVITZ, da Igreja Batista de Água Branca (São Paulo), fez uma análise profunda sobre o ocorrido e escreveu o texto No Brasil, futebol é religião, que abaixo tenho o prazer de compartilhar.

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No Brasil, futebol é religião por Ed Rene Kivitz

Os meninos da Vila pisaram na bola. Mas prefiro sair em sua defesa.

Eles não erraram sozinhos. Fizeram a cabeça deles. O mundo religioso é mestre em fazer a cabeça dos outros. Por isso, cada vez mais me convenço que o Cristianismo implica a superação da religião, e cada vez mais me dedico a pensar nas categorias da espiritualidade, em detrimento das categorias da religião.

A religião está baseada nos ritos, dogmas e credos, tabus e códigos morais de cada tradição de fé.

A espiritualidade está fundamentada nos conteúdos universais de todas e cada uma das tradições de fé.

Quando você começa a discutir quem vai para céu e quem vai para o inferno; ou se Deus é a favor ou contra à prática do homossexualismo; ou mesmo se você tem que subir uma escada de joelhos ou dar o dízimo na igreja para alcançar o favor de Deus, você está discutindo religião. Quando você começa a discutir se o correto é a reencarnação ou a ressurreição, a teoria de Darwin ou a narrativa do Gênesis, e se o livro certo é a Bíblia ou o Corão, você está discutindo religião. Quando você fica perguntando se a instituição social é espírita kardecista, evangélica, ou católica, você está discutindo religião.

O problema é que toda vez que você discute religião você afasta as pessoas umas das outras, promove o sectarismo e a intolerância. A religião coloca de um lado os adoradores de Allá, de outro os adoradores de Yahweh, e de outro os adoradores de Jesus. Isso sem falar nos adoradores de Shiva, de Krishna e devotos do Buda, e por aí vai.

E cada grupo de adoradores deseja a extinção dos outros, ou pela conversão à sua religião, o que faz com que os outros deixem de existir enquanto outros e se tornem iguais a nós, ou pelo extermínio através do assassinato em nome de Deus, ou melhor, em nome de um deus, com d minúsculo, isto é, um ídolo que pretende se passar por Deus.

Mas, quando você concentra sua atenção e ação, sua práxis, em valores como reconciliação, perdão, misericórdia, compaixão, solidariedade, amor e caridade, você está no horizonte da espiritualidade, comum a todas as tradições religiosas. E quando você está com o coração cheio de espiritualidade, e não de religião, você promove a justiça e a paz.

Os valores espirituais agregam pessoas, aproxima os diferentes, faz com que os discordantes no mundo das crenças se dêem as mãos no mundo da busca de superação do sofrimento humano, que a todos nós humilha e iguala, independentemente de raça, gênero, e inclusive religião.

Em síntese, quando você vive no mundo da religião, você fica no ônibus.Quando você vive no mundo da espiritualidade que a sua religião ensina  ou pelo menos deveria ensinar, você desce do ônibus e dá um ovo de páscoa para uma criança que sofre a tragédia e miséria de uma paralisia mental.

“Bom dia Julião!”

1 Comentário

A sinceridade de um criança é algo extraordinário mesmo. E sendo essa criança o seu filho te faz repensar os teus conceitos.
Para quem não sabe aí vai uma boa notícia, ou melhor, uma excelente notícia:  minha linda e amada esposa está grávida de uma menina, a Julia. Toda manhã o Pedro faz um carinho na barriga da mãe e fala: “bom dia Julinha!”. Bem carinhoso, né? Pois é, até que um belo dia, após o carinho com a mãe e com a irmã, ele acaricia a minha barriga e solta um “bom dia Julião!”. Resultado de tanta sinceridade: estou me preparando para correr a São Silvestre de 2011. Alguém me acompanha? Ah, se for rir, ria pouco, tá? Pode acontecer com você, kkkkkkk…

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